quarta-feira, 15 de junho de 2016

Fogosidade, violência ou estupro, na relação sexual, eis a questão.

Existe quem aprecie uma relação sexual mais viril. Mais ousada. Onde exista luta. Mais movimentada no que concerne aos efeitos práticos e sensuais.


Os movimentos aqui expostos em que o homem atira a mulher para cima de - parece ser uma secretária de sala de aulas - em que se segue a relação sexual. Será violência ou sexo mais viril de comum acordo?


O homem vira a mulher dando a ideia de usar da força, quiçá brutalidade. Será isto uma forma mais viril de fazer amor/sexo, ou será mais uma cena que se aproxima do ... estupro?


A mulher parece não estar de acordo com a acção em si propriamente dita. Através dos braços, será que ela o tenta acarinhar ou empurrar a fim de que acabe o tormento?

Qual a vossa sincera opinião?
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18 comentários:

  1. Querido Nuno: os meus gostos não se diluem nas imagens do teu post de hoje. Se gosto da urgência do momento? Amo! Se gosto de sentir nas costas o desconforto de uma mesa plana? Amo! Se gosto de firmeza de gestos e ação? Amo! Tudo o resto não é a minha pessoa. Gosto de ser penetrada com firmeza mas com carinho, gosto que sintam a suavidade da minha pele e que percebam que não sou feita de cristal mas que não me partam, gosto de sexo selvagem mas não violento. Como tu, acho que sou uma eterna romântica, apaixonada pelo prazer que o sexo dá e pelas variáveis que pode ter, sempre dentro dos limites que me permito viver.
    Posso sugerir um tema para o teu próximo post? Sexo com um desconhecido. Com aquela pessoa com quem partilhamos ideias, experiências, palavras. Uma pessoa que sentimos vontade de conhecer, mas que apenas permite a sua presença na nossa fértil imaginação. O que pode acontecer num primeiro encontro? O que é permitido? Que motivações existem para este encontro acontecer? Beijo. Laura A.

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    1. Olá Laura A

      Sexta-Feira sai um tema mais ou menos parecido com as ideias que me acabas de dar. Não sei se será bem o que imaginas mas é um tema que versa sobre o assunto em questão....

      Grato pela tua presença e comentário

      Beijo do Nuno Filipe

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    2. A despedida "Beijo do Nuno Filipe" fez-me lembrar as cartas que escrevia para a minha avó... De 0 a 10, hoje dou-te 2! ;) Beijo da Laura... Lol

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    3. De 0 a 10 dás 2?... Pobre de mim que tão pouco valho

      Beijo... somente.

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  2. ...Pois, não condeno quem goste de sexo mais agressivo. Para mim, a agressividade tira-me tesão. Gostei do post. Mas adoro sexo com carinho.

    Beijinhos amigo.

    Prazeres e Carinhos Sexuais

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    1. Olá Dalila

      Existem gostos para todas as situações, não é verdade?
      Não quero que percas a tesão, lool

      Beijuuuuuuuu

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  3. Muito "violento" para o meu gosto. Embora um pouco de tudo, seja preciso. Depende da sede com que se vai ao pote.
    Gostei.

    Bjos

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    1. Olá Larissa

      Nem mais... nem mais

      Beijuuuuuuuuuu

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  4. Violento demais na minha opiniao.

    R: engordar um quilinhos talvez, eu so comi uma fatiazinha :p

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  5. Sempre temas interessantes, Nuno Filipe!Não sou adepta de qualquer tipo de violência sexual e a fogosidade não é de forma alguma "prima" da violência. No auge do desejo, a fúria despoletada pela líbido é algo que aprecio.
    O ser atirada para a cama, tirar roupa num ímpeto, ser beijada com "fúria",ser agarrada nas nadegas com força, hummmm que deliciosos e fogosos momentos que estão longe de qualquer conceito de violência. Chamarei antes a pré erupção dum vulcão que acorda impetuosamente.

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    1. Olá mata hari

      Sempre um doce de amiga. Adoro-te rapariga.

      Beijinho fogoso.

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  6. "Violência sexual" ... acho uma piada esta ignorância...
    Voltando ao post, gosto sim e sei que quem está comigo, está APENAS A VIVER UMA FANTASIA e não me magoa.
    beijos Nuno Filipe, tu és sempre nota 10.

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    1. Olá Pink Poison

      Penso que de facto não existe violência. Existe sim virilidade, fogosidade, brincadeira sensual

      És um amor

      Beijo

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    1. Olá Chocolícia

      Não será apenas luta de fogosidade e virilidade sexual?

      Será que não oferece uma certa adrenalina?

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  8. O estupro é algo mais cultural do que instintivo. Tem raízes no patriarcalismo e na ideia de que o corpo da mulher deve ser vir para a satisfação do homem. Em várias sociedades, não é criminalizado, a exemplo do que ainda ocorre em países do Oriente Médio seguidores da sharia.

    Nas últimas décadas, porém, temos visto uma progressiva mudança nas relações em que se valoriza o diálogo num relacionamento, a redescoberta do prazer feminino e a igualdade de gênero, combatendo-se todas as formas de assédio e de violência. Com essas novas concepções, creio que as relações sexuais tendem a se tornar menos truculentas e menos invasivas em que nada poderá ser feito sem o consentimento claro do outro (principalmente da mulher). Aliás, muitos são os países que hoje admitem a caracterização do estupro dentro do casamento como ocorre hoje aqui no Brasil após longos anos de resistência dos juízes, promotores e delegados.

    Mas será por isso que as relações que envolvem violência, tipo o sadomasoquismo, deixarão totalmente de existir?

    Penso que não. Pois embora eu tenha minhas reservas, não seria correto considerar como patológico o fato de alguém desejar sentir a dor (ou causar a dor) para que se possa reconhecer as variações da sexualidade humana quando as práticas ocorrem dentro da esfera do consentimento prévio. Porém, imagino que, no decorrer das gerações, a tendência será a recusa cada vez maior das mulheres em aceitar um sexo no qual elas sejam aparentemente forçadas. Aliás, acho que tudo caminha para haver mais carícias e menos penetração nos encontros sexuais.

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