sábado, 5 de agosto de 2017

Sexo na praia, com o maridão e, conjuntamente, INCESTO com o irmão querido

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Chamo-me Fátima, tenho 32 anos de idade, casada há 10. Sou uma mulher considerada comum, 1,74 de altura, 65 kilos. Raça branca. Dizem os homens com quem me relaciono que sou uma mulher bonita. Não tenho filhos. 

Jorge, meu marido, no passado mês de Julho, quis fazer-me uma surpresa e marcou duas semanas de férias para “Iperlorema”, uma ilha quase desconhecida, sita no Sul de Espanha. Tenho um irmão, Duarte Fabrício, de 18 anos de idade, um matulão de 1, 80m, cerca de 75 kilos, muito ginásio, lindo de morrer que, veio passar uns dias connosco nestas férias escolares. Acompanhou-nos nas férias que passámos na Ilha já mencionada.

Chegados à ilha sentimos logo que estava um calor infernal. No dia seguinte à nossa chegada fomos, manhã cedo, dar um passeio pela Ilha. Chegámos a um local mais isolado, lindo, meio escondido entre rochedos e falésias, onde só se viam duas pessoas mais ao longe.

Sendo uma mulher desinibida, despi o meu calção e a T-shirt, ficando só de soutien e calcinha, e corri para o mar a fim de me refrescar. Reparei que meu marido, homem desinibido e totalmente descarado,  se despiu por completo, ficando nu, e o meu irmão ficou de cueca. Quando corriam na minha direcção não pude deixar de notar o volume que o meu irmão apresentava por dentro da cueca. Fiquei aborrecida comigo pelos pensamentos incestuosos que me passaram pela cabeça. Não o quis admitir mas a verdade é que comecei a imaginar loucuras.

Dentro de água tirei o soutien e a calcinha ficando nua pois tanto o meu marido como o meu irmão estavam um pouco longe, nadando. Com a euforia nem me apercebi da chegada do meu irmão que vinha até ao areal para se sentar pois, mostrava ares de cansaço, mau grado a sua juventude.

Disfarçadamente, reparei, como o meu irmão me fixava os seios e a minha vagina, a qual, apenas apresentava uns pelinhos marotos, mas muito atraentes. Brincando com ele a na tentativa de o desinibir perguntei-lhe se nunca tina visto uma vagina assim. Ficou vermelho de envergonhado. Com dois dedos abri os lábios da xanoca e disse-lhe para olhar. Olhei para a sua cueca e vi como algo estava em fogo lá dentro. Um enchumaço descomunal que me levou a imaginar que, se calhar alguma “enguia do mar” o havia descoberto e naquele local se refugiado.

Olhei em redor e não vi o meu marido. Imaginei que tivesse ido até junto da falésia a fim de fazer alguma necessidade fisiológica. Atrevida, aproximei-me do meu irmão e, sem ele esperar, puxei-lhe a cueca para baixo. Senti um arrepio estonteante, ao ver aquele membro erecto, grande e grosso, o pénis mais lindo que alguma vez pude imaginar que o meu querido irmão teria. O meu irmão até parecia que tinha perdido a voz.

Baixei-me e, abrindo a boca, meti aquele membro, duro como uma rocha, até onde podia e fui capaz. Senti como a glande tocava a minha garganta. Suguei, chupei, mamei, como nunca havia feito ao meu marido, e ele sempre me dizia que eu era uma especialista em sexo oral.

Reparei como meu irmão arfava e o seu corpo pulsava. Levei-o até junto do areal, dizendo-lhe: Vem foder a tua irmãzinha por trás para eu poder ver quando chega o meu marido. Ele, encostou-se a mim e. de forma desajeitada, meteu aquele pauzão na minha vagina que, estava melada de tanto desejo.

Quando levantei o olhar, vi parado na minha frente, o meu marido que, apresentava perante os meus olhos, aquele seu pau lindo que me dava sempre tanta tesão. 

Vi como ele sorria e me “convidava” a mamar o seu pau. Assim fiz com todo o gosto. Pensei que o meu irmão perante a presença do meu marido perdesse a tesão. Mas o certo é que até parece que as coisas funcionaram ao contrário, dando-lhe ainda mais vigor se é que tal era possível.

Senti como meu querido irmão se "vinha/esporrava" dentro da minha vagina, deixando o seu creme bem lá no fundo, o qual, começou a sair, misturando-se com a água do mar.

Ao mesmo tempo que o meu irmão urrava de tesão, o meu marido não se conseguiu aguentar e encheu a minha boca do seu elixir que quase me engasgou tanta era a quantidade, fazendo com que eu engolisse aquele creme que tanto adorava.

Terminada a sessão, olhámos os três uns para os outros, estranhando eu que meu marido, se dirigindo a mim e meu irmão, dissesse: No hotel falamos sobre este assunto. Vamos ao banho.

Sei que cometi incesto mas perante vós me confesso: Não consegui resistir aquele corpo escultural do meu irmão.
Contarei noutra altura o que se passou quando chegámos ao hotel  …
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7 comentários:

  1. Excelente história... de verão, abrasador, como se quer. O incesto? Foi falado entre vós? E s sequela?

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  2. Tudo está bem quando acaba bem. Um conto super excitante que nos eleva o imaginário às profundezas de prazer. Muito bom. tenho a certeza que a conversa no Hotel foi positiva. Espero a segunda parte.
    Vejo que chegaste fresca, bela e revigorada...das férias. :)

    Bjos, Linda!

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  3. Olha que este tipo de relações acontecem e muito, não julguem que não. Por vezes, dão grandes romances. Este conto é muito interessante! Estão todos na flor da idade :)

    Beijoos-Gostei muito

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  4. Que belo texto cheio de tesao.bjokas Silvia

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  5. Incesto é sempre excitante... bom mexer com o tabu.

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  6. O incesto é um tema muito complicado e difícil de comentar de ânimo leve. Que existe é uma verdade que existe. Se concordo com a sua prática? Não, não concordo.

    A Sílvia Pinto, traz-nos um tema que merece a nossa atenção, não só pelo seu melindre, mas também, pela razão e respeito profundo que o sexo nos merece.

    Respeito quem o faz e, imagino, que não serão assim tão poucas pessoas que o fazem, ou pelo menos, têm o FETICHE de o fazer.
    Muitos filhos já alguma vez pensaram ou imaginaram fazer amor/sexo com as suas mães ou pais, irmãs ou irmãos. Não tenho dúvidas algumas sobre isso.

    O conto/tema, está muito bem elaborado, causador de tesão, que mexe com o imaginário, quiçá abordando um temática forte e muito sedutora na base do prazer, diria que "animal", no sentido mais afoito do pensamento.

    Grande Sílvia, tens o meu respeito e admiração, pela coragem de aflorares um tema que mexe com a imaginação e até porque não dizê-lo, com a sensibilidade sensual e sexual humana.

    Beijinho Sílvia

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  7. Amei o conto. Fico à espera do que aconteceu quando chegaram ao hotel

    Beijinhos

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