domingo, 10 de julho de 2016

Carinhos Sensuais entre meninas é ser lésbica? Será que podem acontecer por mero acaso?

Ser lésbica não é crime, não é doença, não é mania ou impuro espírito sensual e/ou erótico, mas sim, uma opção sexual como outra qualquer.



Também não se pode dizer que uma mulher é lésbica se por acaso um dia, quando dorme na mesma cama com uma amiga, se beijarem e/ou trocarem alguns carinhos mais doces e íntimos. Ser lésbica é muito mais que isso.



Acontece muitas vezes duas amiguinhas ao estarem juntas, olham os seus corpos, acabando por acontecer uma carícia sobre a pele, um carinho sobre os seios. Evidentemente que a libido esquenta e não se fica indiferente.



Um beijinho carinhoso, a troca de um sorriso cúmplice, o fervor da sedução, são ingredientes que estimulam os corpos e os momentos.



Nesses momentos mais íntimos pode acontecer que as carícias sejam ao nível do sexo. Lábios colados, uma mão que acaricia e estimula o prazer, "trabalhando" em círculos sobre os lábios vaginais e o clitóris levam, geralmente as meninas à "loucura" de um orgasmo sussurrado, "violento", o qual faz estremecer e movimentar os seus corpos de forma quase impossível de suster e controlar.

Irão dizer que isso é ser lésbica. Pode não ser. Pode apenas acontecer num momento mais carente, num encontro esporádico de amigas em que, no silêncio do quarto, falem sobre sexo e, se comecem a acariciar quase sem darem por isso e... o "amor febril" acontece.

Qual a vossa opinião sobre o que vos indico?
Será que mesmo uma mulher heterossexual nunca teve um momento assim?
.

57 comentários:

  1. Hummmmmmmmmmm um delírio de post!!! Duas pessoas que se acariciam e se refugiam sobre as carência. Sim, podem não ser lésbicas. Quantas e quantas têm companheiro e, tal como os homens, podem ter um escapadinha com uma amiga mais íntima. Com quem brincam de maneira bem diferente. Nada disto é doença e muito menos tara. É uma opção cada vez mais normal. Gostei muito.

    Um Sussuro, Dtrª Vanessa Flor

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    1. Sem duvida minha querida amiga Carolina

      Fizeste o "retrato" escrito daquilo que pode acontecer entre duas amigas. Um carinho mais intimo entre duas amigas não quer dizer que uma mulher seja lésbica na acepção da palavra.

      Beijinho docinho

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  2. E para fugir da rotina, porque não? Tenho a certeza que a mulher saberá muito bem onde pode "atacar" com os carinhos a pontos de, um bom orgasmo. Muito certo, não quer dizer que depois de todos estes carinhos se apelidem de lésbicas, não quanto muito, poderão ser BI...
    Tara? Não! Doença? Nada disso! Uma opção, mas uma boa opção, as mulheres são tão fofinhas entre elas kkkkkkkkkkkk. Amei.

    Bjos

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    1. Em noite de brincadeiras e sorrisos quem consegue dispensar um carinho mais intimo de uma amiga?

      Beijinhos Larissa

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  3. "Como diz o ditado, nesta vida, há que experimentar de tudo. Nunca digas nunca..."

    Uma postagem excitante, fervorosa, deliciosa para esta tarde escaldante, de Domingo. Não podia vir melhor... Fiquei babada, :-)

    ADOREI!

    Beijinhos

    Prazeres e Carinhos Sexuais

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    1. É isso Dalila Lopez, nem mais.

      Não são as mulher um mar de meiguice?

      Beijinhos

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  4. Sou homem mas não descarto uma doçura assim. Será que posso ser lésbico?

    Beijo Vanessa

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    1. Olá meu querido amigo Max

      Conheço o suficiente para saber que és um pouco lésbico, ikikikikik

      Beijinhos amigo

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    2. Lembrei-me de uma brincadeira que falo entre amigos de que meu lado gay seria lésbico. (rsrsrs)

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    3. RODRIGO PHANARDZIS

      Verdade? O Max Men também é um pouco assim. Muito brincalhão, bem disposto, um homem cheio de bom humor

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    4. Não se pode perder o bom humor porque a vida é muito curta, menina.

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  5. O principal é desfrutarem de belos e doces momentos. O resto não importa!!! Pois se até os bichinhos gostam, kkk

    Maravilhoso, Vanessinha :)
    Bjos

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    1. Larissa

      Tens razão. No saber desfrutar está o gosto e prazer da vida.

      Beijinhos amiga

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  6. Olá Vanessa , eu não respondo porque e sem qualquer sarcasmo ou ironia, os seus diplomas sabem a resposta. ou então a sexóloga aqui sou eu!

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    1. Pink Poison

      Os meus diplomas fizeram-me estudar, durante alguns anos, em livros específicos sobre a matéria sexo, suas causas, natureza e efeitos.

      Ao que já li no seu blogue a Pink é sexóloga por estudar em corpos humanos os quais fizeram de giz e o seu corpo de quadro.

      Por isso se não quer comentar o que escrevo está no seu direito. Mas não tem o direito de falar - muito menos pôr em causa - a existência dos meus diplomas quando eu, em lado algum os anunciei. Nunca falei deles e muito menos dos seus que diz ter, pois faz ênfase de deles falar no seu blogue e não só.

      É claro que eu sei a resposta sobre aquilo que escrevo. Mas gosto de ouvir aquilo que outras pessoas pensam sobre os temas por mim expostos. Na troca de opinião se aprende, se fica mais culta, mais capaz, para quem fala e/ou ensina, seja em que tema for.

      Repare que deixo no fim do texto duas perguntas: Acha que sei as respostas sobre aquilo que cada pessoa faz, ou pensa?

      Por isso agradeço a sua visita, os seus comentários, desde que não se julgue mais que alguém daqui do blogue, e muito menos, sobra a minha pessoa, sendo eu, por amor e gosto, uma das administradoras do blogue

      Felicidades para si e para o seu blogue.

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    2. Claro que não ponho em causa os seus diplomas e muito menos o quanto estudou, e cada um tem a paixão que tem pelo curso que tirou, eu tenho paixáo pela minha área. Como fui acompanhante, e sou uma pessoa desinibida no que respeita a sexo, fiz aquela pergunta, a teclar não se nota nunca mas foi em tom de brincadeira. Mas se não queria que se soubesse, tinha avisado os seus amigos para não contarem Vanessa, para mim, é motivo de orgulho lutarmos para termos cultura sobre qualquer área. beijinhos

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    3. Pink Poison

      Não me importo que se saiba seja o que for sobre mim. Sou apenas uma mulher que teve a possibilidade de estudar enquanto que outras ( outros) não a tiveram. Não ando é a ufanar-me seja do que for sobre mim. Foi o meu querido amigo Nuno Filipe quem o fez. Ele sabe que eu, assumidamente, tenho virtudes e defeitos como qualquer ser humano. Gosto de trocar opiniões com toda a gente desde o mais rico/a e culto ao mais pobre e iletrado/a. Sempre fui da opinião que ser letrado é apanágio de cultura mas não de educação

      Aceito que fizesse a pergunta a brincar. Considero o assunto encerrado.
      Volte sempre e comente se assim o entender e se achar que o assunto o merece.

      Bom dia e, para além de lhe desejar felicidades, viva PORTUGAL campeão europeu de futebol.

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    4. Pink Poison e Vanessa Flor

      Existem mulheres e MULHERES. Vós as duas pertencem à classe das MULHERES. São ambas ilustres, lindas, amorosas, letradas. Cada uma na sua área. Imaginando eu que a Pink e sabendo do trabalho da Vanessa, que ambas são apaixonadas pelo que fazem. Uma não conheço pessoalmente, outra sim. Por isso ambas estão no meu coração. Sonho convosco, até as imagino... ( cala-te Nuno, lolololol ) bem, imagino na praia vestindo o vosso bikini. Corpos lindos, bronzeados, mentes abertas, salutares, LIVRES de preconceitos.

      Por isso vos peço. TENHAM CALMA. Sei que existem divergências entre vós. Quiçá mal entendidos que sei, se estivessem olhos nos olhos, iam adorar se conhecer e contornar esses momentos menos bons.

      Vamos lá ser amigas. Sei que no fundo são duas MULHERES de M grande. Fazem-me a vontade? Sei que sim.

      Beijinhos doces às duas RAINHAS.

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    5. Nuno, por ti tudo... beijos no céu da boca!

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    6. Pink Poison

      Retribuo ... línguas bem entrelaçadas

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    7. Nuno Filipe

      Está descansado que comigo as coisas não passam de opinião sobre opinião sempre com calma e respeito. Não estejas preocupado

      Beijinho meu querido.

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  7. Olá!

    Concordo que pode(m) não ser lésbica(s) a(s) mulher(es) que experimenta(m) o relacionamento homossexual visto que não definiria a preferência e nem a orientação. Se há um simultâneo interesse pelo sexo oposto, talvez possamos falar num comportamento bissexual, havendo quem considere que meras experimentações com alguém do mesmo sexo não sejam capazes de afastar a identificação do indivíduo como heterossexual se assim ele se define em sua conduta habitual.


    Ser lésbica não é crime, não é doença, não é mania ou impuro espírito sensual e/ou erótico, mas sim, uma opção sexual como outra qualquer.

    Ser lésbica ou gay seriam variações da sexualidade humana, algo que também pode ocorrer em outras espécies. Nem consideraria como opção ou preferência, mas, sim, uma condição da pessoa que faz com que ela sinta atração por gente do mesmo sexo. Já as opções ocorreriam livremente do condicionamento homossexual ou heterossexual em que o indivíduo escolhe um dos dois comportamentos por gostar mais ou por adequação a/ao sua/seu companheira(o).

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    1. RODRIGO PHANARDZIS

      A área sexóloga, como imagino todas as outras, têm sempre várias visões. complementos, formas de entendimento. Nenhuma é taxativa. Por isso aceito que uma mulher que tenha uma vez ou outra um carinho mais profundo na área da intimidade até se possa considerar Bissexual. No meu tema quis aflorar aqueles casos em que duas meninas, mormente as estudantes, que residam um ano ou mais na mesma casa, por vezes, dormindo juntas sintam aquele impulso de se acariciar, se beijar, levando muitas vezes ao orgasmo de uma ou das duas.

      Aceito sem qualquer problema a sua opinião que acho super bem estruturada. É um gosto ler o que escreve seja sobre que tema for. Muito grata pelo carinho que mostra ter pelo nosso blogue.

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    2. Muitas mulheres que já experimentaram um carinho ou um orgasmo com outra chegam a se considerar bissexuais, ainda que, num momento posterior da vida delas, venham a viver um relacionamento conjugal exclusivo com um homem.

      Mas o que dizer da adolescência e pós-adolescência quando as pessoas ainda estão a descobrir o sexo? Penso que, nessa fase da vida em que às vezes ainda não há uma definição clara do que se quer.

      De qualquer modo, são conceitos que, por si só, não preenchem os anseios da alma humana por afeto, carinho, sensações, conhecimento...

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    3. RODRIGO

      Essa da descoberta das sensações do próprio corpo é, talvez. a maior verdade, entre a adolescência que leva muitas vezes à existência de carinhos mais íntimos entre mulheres e homens. Com a evolução da idade muita coisa pode mudar. Muitos rapazes até podem fazer sexo com outros rapazes e mais tarde terem mulher, filhos, e não se considerarem minimamente homossexuais. É um assunto sempre discutível sem dúvida

      Tenha um bom dia

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  8. Exceto através de filmes, nunca assisti presencialmente um sexo entre duas mulheres. Porém, qual homem não teria curiosidade de um dia poder observar cenas como essas mesmo sem participar ativamente? Porém, uma experiência dessas dificilmente ocorreria envolvendo duas lésbicas, mas, sim, mulheres bi, sendo provável que a companhia masculina atrapalharia o envolvimento entre as duas porque poucos machos héteros se conformariam em ser somente observadores.

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    1. RODRIGO PHANARDZIS

      Sem duvida que muitos homens com quem já tenho falado, por efeitos de profissão, falam sobre um dia assistir a uma cena lésbica. Não falam tanto de uma cena Gay, entre homens, mas sim numa cena entre mulheres. Aceito perfeitamente e tento explicar-lhe que não tem nada de especial a não ser o carinho que, regra geral, as mulheres põem na sua relação amorosa. Não chamarei a isso uma Tara, mas mais um fetiche comum a muitos homens ( talvez até a muitas mulheres) era assistir in-loco a uma cena do género

      Volte sempre

      Abraço

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    2. Há casos, Vanessa, em que homens insistem que suas companheiras se relacionem com outra mulher a fim de que eles possam participar com ambas, somente om a esposa ou mesmo observar. Mas, em tal caso, acho que todas as pessoas devam se sentir bem à vontade e desejarem para curtirem algo assim.

      Hoje já não me interessaria tanto fazer sexo a três como há mais de dez anos quando sentia curiosidade por querer transar com duas mulheres. Talvez porque, com o tempo, passamos a dar mais valor a outros aspectos no nosso relacionamento como a estabilidade, a identidade e coisas da intimidade que se constrói a dois. Além disso, acho que em dupla as pessoas se conhecem mais pois vejo algo também proveitoso após o ato sexual como o diálogo e a troca de ideias.

      Por outro lado, há quem lide melhor com os fetiches conseguindo manter estáveis seus relacionamentos. É algo que respeito sendo que pra mim não existe o conceito de "tara", mas uma variedade da sexualidade humana e do comportamento. Algo que, diferente da homossexualidade, suponho ser mais uma opção do que condição da pessoa.

      Abraço e grato pela atenção.

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  9. Ja vi e participei, minha preferencia no ménage é feminino, além do carinho que uma da pra outra é de muita sensibilidade e eroticamente me agrada!!!

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    1. Almeida Lucius

      Respeito a preferência. Agradecida pela visita e comentário

      Abraço

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    1. Chocolicia

      Porque não querida amiga? Mas ok a presença já me deixa muito feliz
      Beijinhos

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  11. Não me vejo nessa situação... mas como nunca se deve dizer: desta água não beberei... n sei o futuro.

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    1. Amiga Miúda

      Tudo na vida pode acontecer. Quem não gosta de uns beijinhos num momentos mais frágil e carente?

      Grata pela opinião

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  12. Todas as mulheres são criadas à beira do lesbianismo, ou seja, a mulher cresce e se desenvolve, junto a outras mulheres e diferentemente dos homens, são ensinadas que entre elas é tudo normal, dessa forma são acostumadas a dormirem juntas, a se tocarem, a se beijarem, sem que alguém ache isso anormal, mas mesmo que não haja conotação sexual, que mulher já não tocou os seios de outra, que não amassou os seios em prolongados abraços, que não beijou a amiga com muito carinho, que não viu outra despida, comparou os bumbuns, que não se admirou com as curvas da colega nua, que não tocou na pele de outra para ver como está macia por causa de um creme, que não apertou uma bunda para ver como é durinha, que não tomou banho e ensaboou as costas da amiga, etc, etc, etc.
    Mas o que é preciso para se considerar lésbica ou bissexual?
    Antigamente era simples, definia-se pelo fato de transar com outra mulher, apenas uma vez e bem provável, somente pelo simples fato de beijar na boca outra mulher. Hoje sabemos que isso não é tão simples. Como falei anteriormente, a evolução do pensamento mudou este conceito.
    Gostar de transar com outra mulher, além de naturalmente com os homens, não é motivo para ser considerado bissexual mas, se é apenas uma experiência ou relacionamentos casuais, como deve ser definido?
    A resposta é: Experiência e Relacionamento Casual. Nada mais do que isso. Não se pode considerar uma mulher bissexual ou lésbica, somente por que ela transa com outras, seja uma vez, duas, três, muitas vezes, ou vez ou outra. Nesses casos, lesbianismo e bissexualismo, são apenas rótulos e de rótulos ninguém precisa, são desnecessários. Muitas mulheres deixam de experimentar por causa deles, por ficarem preocupadas as definições. Isso igualmente é válido para casais, caso a mulher nunca tenha experimentado transar com outra mulher, em vista de menages ou swings, a preocupação do que o marido poderá pensar ou a dúvida se ela é bissexual ou não, podem atrapalhar.
    As definições, mesmo que elas existam, não importam. O que é certo e o que é errado? Na verdade, existem apenas julgamentos à respeito, baseados em posições religiosas e de “moral conservadora”.
    A religião é particularidade de cada um, algumas delas possuem uma posição mais rigorosa, outras são mais comedidas e uma questão de crença e principalmente de definição de pecado. Cada um na sua, a quebra das suas próprias barreiras é um caminho à parte. Mas, há séculos atrás a religião caçou e matou milhares de mulheres, acusando-as simplesmente de bruxas, na maioria das vezes sem provas e não foi somente a Igreja Católica que as perseguiram.
    A moral conservadora toma como verdades coisas do passado, retrógradas e com valores, muitas vezes hipócritas e ultrapassados. E, sabemos que viver de passado não é algo muito apropriado. Se dependermos dela, a mulher tem que ficar em casa, cuidando dos inúmeros filhos, na frente do fogão e do tanque de lavar roupas.
    Não se prenda a esses conceitos. A experiência deve ser baseada exclusivamente no seu pensamento e na sua vontade. São eles deverão definir se você terá experiências em busca de uma vida sexual mais plena.
    Para terminar, os conceitos existentes de lesbianismo e bissexualismo são vagos demais, que apenas os caracterizam e não são capazes de incorporar as particularidades de uma pessoa para outra. Ser bissexual ou lésbica não é apenas gostar de transar com outra mulher, é vivência! Uma lésbica vive o lesbianismo vinte e quatro horas por dia, todos os dias da sua vida. Uma mulher bissexual é capaz de transitar entre os dois sexos e se sentir feliz, além de estar plena ao lado de um e não sentir falta do outro sexo, ou seja: Uma mulher bissexual é capaz de ser feliz, transando ao mesmo tempo ou intercaladamente, com os dois sexos, como também, ser feliz e estar ao lado de um homem, sem sentir falta de transar com outra mulher ou, viver uma relação estável com uma mulher e não sentir falta de sexo com um homem.
    Bjos

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    1. Este comentário seria um belo post!

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    2. H. Thiesen

      É sempre com enorme gosto que leio as sábias palavras por si escritas. Escreve muito bem, é directa, alusiva, ponderada, fala com sapiência.

      Sobre o que escreve, penso que, foi mais ou menos isso que escrevi no texto. Quer isso dizer que concordo na essência, para não dizer na íntegra, com a sua opinião sobre os factos em apreço.

      Sem dúvida que hoje em dia, com a existência de uma maior liberalização sexual, não é fácil discernir sobre as palavras de Bissexual ou lésbica. Disse e muito bem que pode uma mulher estar com um homem e/ou uma mulher e não precisar de estar com um ou outro. Pode ser um caso esporádico.

      Uma mulher que hoje se catalogue como lésbica NUNCA está com um homem. Nem consegue pensar ou imaginar nisso.

      Por isso concordo consigo.

      Como diz e bem a Pink Poison, o seu comentário, dava um bom post.

      Beijos amiga

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    3. Peço desculpa por me intrometer, mas este comentário da Helena, merece o meu APLAUSO.

      Bjos

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    4. Realmente muito bom o comentário que ela fez e, como foi dito acima, daria um "belo post". Entretanto, permitam-me entrar no debate:


      "As definições, mesmo que elas existam, não importam. O que é certo e o que é errado? Na verdade, existem apenas julgamentos à respeito, baseados em posições religiosas e de “moral conservadora”."

      Sobre considerar o que é certo ou errado, nunca mesmo a moral vai explicar ainda que esta, junto com as leis, possa estabelecer padrões de comportamentos digamos aceitáveis. Porém, se formos mais profundamente, até o desejo sexual dos adolescentes e pré-adolescentes seriam coisas que escapam da moral liberal atual que tem prevalecido nas sociedades ocidentais.

      Porém, ousaria em dizer que poderíamos considerar certo o ato sexual praticado quando há consentimento, segurança, prazer para ambos, respeito pela dignidade do outro e afetividade sendo que, mesmo assim, são meus valores projetados para uma vida comum entre as pessoas. Algo impossível de absolutizar como verdade.


      "Não se prenda a esses conceitos. A experiência deve ser baseada exclusivamente no seu pensamento e na sua vontade. São eles deverão definir se você terá experiências em busca de uma vida sexual mais plena."

      Concordo! E, por mais que a pessoa possa se equivocar nas escolhas de suas experiências, há que se assegurar a cada um o direito de tentar seu próprio caminho. A tradição pode ter muito a ensinar só que nem sempre ela é assimilável e pode não estar corretamente traduzida para cada um. Ou simplesmente ela pode estar equivocada. Logo, não desprezo o conhecimento de muitas gerações ao mesmo tempo em que não os dogmatizo em nada. Seja matéria de sexo ou qualquer outra. Busco dialogar com a tradição, o que nem sempre consigo (rsrsrs)

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    5. Agradeço a todos pelas réplicas, mas gostaria de dizer que, realmente o comentário vale um post, porém ele é parte de um texto que publiquei no meu blog a alguns meses atrás e achei que seria perfeito para transcrever nos comentários dessa postagem.
      Sendo assim, mesmo sendo parte de um texto, o mesmo é de minha autoria e reflete a minha opinião à respeito do assunto proposto pela Vanessa!
      Se quiserem ler na íntegra, deixo aqui o link do texto completo:
      http://www.pensamentoindecente.com/2014/02/medo-de-ser-lesbica-ou-bissexual.html

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    6. Vanessa, não esteja tão certa disso!
      Como diz a Miuda, que se declara hétero: "Não me vejo nessa situação... mas como nunca se deve dizer: desta água não beberei... n sei o futuro", o contrário também é verdadeiro, e uma lésbica também pode relacionar-se com um homem e isso não faz dela uma heterossexual.
      Na maioria daz vezes, existe um preconceito a esse respeito, njo qual lésbica não relaciona-se com homens. Há sim, certas lésbicas que não admitem, principalmente as radicais.
      BJOS

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    7. H. Thiesen

      Temos opinião diferente sobre a matéria afeta ao tema em questão. Respeito a sua, agradecendo as suas palavras que mostram pertencer a uma pessoa que sabe do que fala.
      Encerro o assunto. Grata pelo seu envolvimento numa questão que me deu muito prazer escrever e ler o seu ponto de vista.

      Felicidades para si e para o seu blogue.

      Parabéns pelo texto do seu blogue que foi por si aqui transcrito senão todo, pelo menos uma parte.
      Muito grata

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    8. Acho interessante, você sempre no meio de uma discussão ou desenvolvimento de uma conversa sobre assuntos polêmicos, procura encerrar a questão, isso se deve à falta de vontade ou de argumentação?

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    9. H. Thiesen

      Falta de vontade, não de falta de argumentação

      Para si uma mulher que goste e faça amor com outra mulher e a seguir com homem não é Bissexual. Para mim e segundo os livros, é. A experiência humana também me diz que é. Para si não diz.
      Temos ambas visões diferentes sobre a questão sexual em todas as suas vertentes.
      Assim a H. Thiesen dirá o que pensa, como acima já disse, e eu, concordando tudo bem, não concordando já não está bem. É minha convicção que a H. Thiesen tem a sua opinião e DESSA não sai nem abdica. É como diz e ponto final. Não admite o contraditório. Eu não sou assim. Gosto de ouvir a opinião de outra/s pessoas, estudo-as e depois dou a minha. Se chegarmos a consenso tudo bem. Se não chegarmos, vendo eu que a outra pessoa não muda a sua opinião, por a achar a mais correcta, não vou entrar numa discussão que não leva a lado algum. Opiniões diferentes, pessoas que não abdicam da que têm, resta respeitar e parar por aí. Duas pessoas teimosas levam à discordância total e daí acontecerem tantas desgraças, apenas e porque, nenhuma delas abdicou das suas convicções e opinião.

      A H. Thiesen tem uma opinião fixa. É como pensa e ponto final. Nem eu nem ninguém que "discuta" este ( se calhar até outro ) assunto consigo, ou acaba por desistir, ou acabam por entrar em desavença, podendo inclusive acontecer que surjam palavras menos agradáveis uma para com a outra. Não é esse o meu berço. Não é sobre esse travesseiro que descansa a minha mente. Li um dia no blogue do caro PDR, escrito por si, num comentário, qual a sua opção sexual. Não sei se foi a sério ou a brincar. Fosse como fosse tem o meu respeito nessa opção. Para si não existem bissexuais nem lésbicas. Existem sim experiências de vida. Para mim existem. O que dizer mais?. Concorde com as experiências de vida, mormente na adolescência e pré- adolescência. Depois...na minha opinião a conotação antes dada, não será certamente a mesma se essas intimidades continuarem ao longo da vida. Decerto que, com a opinião que cada uma de nós tem, não chegaria este blogue nem muitos outros para chegarmos a um consenso. Esse, se calhar, nunca existiria. Falou, deu a sua opinião que muito agradeço. Respondi. Após nova resposta sua, cheguei à conclusão - até no blogue do PDR - que nós as duas jamais chegaríamos a concordar uma com a outra.
      Por isso não é falta de argumentação. É sim, o reconhecer que, discutir consigo um assunto em que estejamos em desacordo, começaria hoje e terminaria no fim das nossas vidas. Valeria a pena?. Decerto que não.

      Muito grata por comentar e dar a sua opinião sobre o que escrevi.

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    10. Em tempo

      Se a H. Thiesen ler com atenção o que escrevi vai ver que eu digo que por existir na adolescência um carinho mais intimo entre duas amigas não quer dizer que essas meninas passem a ser lésbicas. Com as circunstâncias ocasionais e a continuação da vida tudo muda na mente e comportamento das pessoas, e a questão do sexo não é excepção

      Felicidades

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    11. Bem, cara Vanessa, vejo que quando és questionada, não abres mão de buscar no seu interlocutor uma razão para estancar a conversa. Fizeste assim com a Pink, lançando mão na sua condição de ex-acompanhante e fazes agora comigo, dizendo que não aceito opiniões contrárias à minha.
      Na verdade aceito-as, desde me deem razões para isso e gosto sim de ampliar as conversas, ser inquisitória, questionadora e por em debate os contrapontos.
      A psicologia e a sexologia são ciências e hoje em dia as ciencias possuem duas escolas:
      Ciencia Acadêmica, que adota um paradigma e procura formular por ele os seus conceitos, convicções, execrando qualquer outra descoberta que não esteja de acordo com ele e por isso, torna-se conservadora. por que não admite que algo seja adicionado ao paradigma sem que seja exaustivamente provado, transitando suas formulações aquém de evidências e hipóteses.
      Ciência de Campo e de Pesquisa, que adota os paradigma como ponto de partida para os seus conceitos, mas procura através de pesquisas ampliá-lo, evoluí-lo e reformulá-lo se for o caso, levando em consideração as diversas variantes que os padrões estabelecidos podem compor, descobrindo evidências e formulando hipóteses, que poderão em certo tempo, servir como complemento e/ou adicionadas aos paradigmas.
      Qual delas é a certa? Todas as duas, pois se baseiam em fatos verdadeiros, porém a primeira tende a adaptar-se a segunda, pois essa com suas características investigatórias, análises de contraditórios, observação e comparação de evidências, para ampliação dos conceitos, geralmente prova e inclui novas concepções aos paradigmas obsoletos, tornando-os mais verdadeiros.
      |Voltando ao assunto da postagem e discussão, quem disse que lésbicas não se relacionam com homens, ora como seres humanos, possuem curiosidade, possuem sentimentos momentâneos, sentem necessidade de procriar e nem todas tem condição financeira para pagar por inseminação artificial. Ora, se uma mulher hétero somente por ter relação sexual com outra mulher não faz dela uma bissexual ou lésbica, por que uma lésbica haveria de ser diferente?
      Vanessa Flor, parece-me que a senhora faz parte da primeira escola e por isso, uma mente conservadora!
      Agora sim, assunto encerrado!

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    12. H. Thiesen

      Se existir alguém que debata consigo uma opinião contrária à sua, alguma vez consegue ir contra aquilo que pensa e dar razão à outra pessoa?

      Será a H. Thiesen a dona da verdade absoluta?

      Será por eu ter uma opinião que neste ou naquele ponto diferente da sua tenho que ter uma mente conservadora?

      Repare que lhe dei razão em alguns pontos. A mim a H. Thiesen não encontrou nada em que eu tivesse razão?

      Para si ser lésbica ou bissexual é apenas um rótulo.

      Pois, por esse ponto de vista, tudo na vida são rótulos. Aquilo que para uns é verdade para outros é menos verdade e vice-versa. A ciência não é exata por isso há a opinião contraditória, se calhar até muitas opiniões diferentes, dentro do mesmo contexto.

      Por exemplo: Para uns um Pedreiro é aquele que coloca tijolos fazendo uma parede. Para outros será um tijoleiro, descontando a arcaica expressão.

      Ninguém é dono da verdade absoluta. O que deve existir é o respeito pela opinião de cada um/a, e sabermos que nós seja quem for, não é a cereja em cima do bolo. Se calhar existe no mundo quem dissesse que esse fruto não era uma cereja mas sim outro fruto qualquer.

      Repare que eu não falei no PDR pessoa, mas sim que li algo no blogue dele.
      A H. Thiesen aflorou aqui o nome de uma pessoa ( Pink) que tem aqui vários comentários provocatórios a que, por respeito, não lhe vou responder. Se calhar para si são comentários normais.

      Continuo a pensar que vai chegar o ano de 2017 e nós as duas - que até é didáctico, reconheço - continuaremos a debater razões, rótulos e conceitos.

      É evidente que tudo tem o seu reverso, menos a morte. E até essa já tem "fugido" aos conceitos verdadeiros, pois existe quem tenha clinicamente sido dado com morte e, de repente, volte à vida.

      Felicidades.

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    13. Repare Vanessa Flor, que citei que há dois tipos de ciências e que ambas estão corretas, mas tenho a sua pessoa como conservadora, portanto não disse que estás errada!
      Não, não iremos até 2017 formulando debates a respeito de rótulos e conceitos, como disseste, não tem vontade à eles, portanto respeito a sua decisão e não mais os promoverei!

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    14. Espero que as nossas discordâncias não tenham terminado aqui. Haverão outros temas em que, decerto, vamos discordar. Espero sempre a sua opinião, seja ela qual for. Rspeito, contraponho, e a vida continua. Da discussão de ideias nasce a luz e concerteza que quem ler fica sempre com algo ao nível do ( maior) conhecimento
      Acredita que gostei e gosto de discutir ideias contigo. Podemos ser diferentes nos conceitos, sendo se calhar muito iguais no pensamento sobre...

      Continuo a pensar que entre duas pessoas teimosas, convictas da sua razão, é dificil chegarem a consensos. Mas tal não quer dizer que devam ficar zangadas, quiçá inimigas. Combinado?

      Fica feliz e que o lesbianismo, homossexualismo, heterossexualismo, entre outros rótulos e/ou conceitos, sejam sempre vertentes de discussão, pois só assim essas vertentes fazem, ou poidem fazer, sentido, dentro da palavra escrita e/ou falada pessoalmente. Dizer Amén a tudo não será certamente a melhor forma de algo ser livre.

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  13. Minha deusa H. Thiesen, és a maior. 💗💗💗💗💗💗💗

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  14. Nunca fiz porque nunca senti vontade! Não faria só por estar na moda e nem pra pagar de muy liberada!

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    1. Chocolicia

      Por vezes não é uma questão de querer fazer... de ter vontade de fazer, mas sim, um ato ocasional que pode acontecer entre duas amigas, um impulso, ou algo parecido

      Beijinhos amiga

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  15. H.Thiesen, perdeste o direito à resposta... Amiga minha, tu sim vales tudo!

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  16. Vanessa Flor nunca mais ouse o facto de eu ter sido acompanhante como argumento, isso só faz de mim, uma muito mas muito melhor foda do que você que não passa de uma pessoa sem argumentos e castradora. Nunca mais olhe sequer para o meu blogue e eu aqui continuarei até que o Nuno me mande embora. :) Beijinho no ombro
    ESTE FOI UM COMENTÁRIO PROVOCATÓRIO MAS VERDADEIRO.

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    1. Pink Poison

      Será pela minha humilde pessoa respeitada a sua vontade no que concerne ao seu blogue, que não mais visitarei e/ou olharei, embora na questão de não olhar não me possa proibir ou impedir. Quanto ao resto que escreveu, como me considero uma mulher com berço, apenas lhe digo, que essa é a sua opinião. Nada mais.

      Felicidades

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    2. está bloqueada querida, nem podia ir ao meu blog.

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    3. Bloqueada? Olha eu "chorando" !!!!

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