sexta-feira, 8 de julho de 2016

Conto erótico ou estória verdadeira? Sexo a três. Continuação - 2.ª Parte..

Sendo mulher de não deixar nada em suspenso volto hoje a contar-vos mais um episódio passado por mim, meu marido Raimundo e o seu amigo Carlos, nas nossas férias conjuntas, em Agosto, na Costa da Caparica. Querendo, pode clicar … AQUI …- e recordar a estória de então.

Conto-vos quase no finalzinho dessa estória que: - ""O Carlos pegando na mão do meu marido, puxou-o e, começou a chupar o pénis dele que latejava de tesão. Vendo tão doce carinho, fiquei louca de prazer. ( …)
Voltámos a gozar noutros dias em que eles também se entregaram a outro sexo. Fica para contar noutra ocasião.""

Saciados sexualmente acabámos por ir dormir. No dia seguinte tanto o Carlos como o meu marido se levantaram bem dispostos, não me falando da noite anterior, o que, confesso, me agradou pois não me sentia muito à vontade com o que se tinha passado.

Fomos à praia. Jogámos voleibol. Regressámos ao jantar. Chegou a noite. Estava um luar maravilhoso. Muito calor. Carlos comprou grelhados que fez no jardim em frente à roulotte. Tronco nu, calção leve, cor branca, músculos atrevidos. Olhava-me. Eu, disfarçadamente, notava como ele pelo seu olhar me desejava. O meu marido, chegado com o vinho para o jantar, apercebeu-se da empatia que existia entre mim e o Carlos.

- Bem-dispostos meus queridos?
- Sim. Respondo quase em uníssono com o Carlos.

Estava criado o ambiente para o que viria a seguir. Fomos tomar café. Quase sem querer apercebo-me das brincadeiras entre o Carlos e o meu marido. Corriam um atrás do outro, tocavam-se nas nádegas, mostravam uma cumplicidade, quiçá empatia, muito grande, o que me pareceu ultrapassar a simples amizade.

Regressados à roulotte a boa disposição entre nós três era evidente e contagiante. Sentámos-nos a ver um documentário sobre animais, os quais a dado momento, faziam sexo uns com os outros. Foi o sinal necessário para que as coisas “aquecessem”. A adrenalina sensual imperava entre os três.

Fui buscar um copo de água à cozinha e, quando regressei à sala, encontro o meu marido e o Carlos encostados um ao outro, beijando-se nos lábios, com língua, num desvario só ao alcance de quem se deseja sexualmente. Carlos masturbava o meu marido. 

Fiquei a olhar mas devo ter dado um pequeno ui de admiração o que fez com que o Carlos virasse cabeça e me visse ali expectante. Chamou-me para junto deles. Acedi prontamente. Meu marido estava nu. Carlos estava de t-shirt, ostentando por baixo uma estrutura muscular de fazer perder a respiração a qualquer mulher. 

Meu marido puxou-me para ele. Beijou-me docemente, enquanto o Carlos me despia o bikini e a camisola que, fazia de vestido curto, que trazia vestidos. Fiquei nua. Retribui. Com carinho tirei-lhe a t-shirt, deixando perante o meu olhar um corpo lindo, másculo, maravilhoso. 

O seu pénis, grosso, duro, enorme, estava "olhando" para mim. Toquei-lhe com a língua. Meti-o na boca. Primeiro um bocadinho, depois totalmente. Carlos gemeu de prazer. Acto contínuo, vejo que ele chupa o pénis do meu marido, o qual, sendo mais pequeno, menos grosso, era/é também de bela qualidade masculina. 

Reparo então que o meu marido se chega junto a mim e reclama um pouco do pénis do Carlos para ele. Chupa as bolas, deixando eu que, meu marido a seguir, chupasse a glande do Carlos, o qual, abocanhava o pénis do meu marido. Este, suavemente, abraça-me e deita-me sobre o cadeirão. Carlos surge vindo da cozinha para onde, entretanto, se havia dirigido. 

Meu marido debruça-se sobre mim, beijando os meus seios, mamilos, pescoço. Vai descendo em direcção à minha vagina, que suga com gosto, com prazer. Tendo os olhos fechados pelo delírio, ouço um leve gemido. Abro os olhos e vejo como o Carlos passa manteiga no ânus do meu Raimundo. 

A seguir, enquanto a língua do meu marido me sacia o clitóris, o Carlos encosta a glande do seu mastro ao orifício apertado do ânus do meu marido e, lentamente, vai empurrando, até estar todo dentro. 

Ao primeiro impulso senti que o meu marido gemia de dor. Logo depois senti e vi como gemia de prazer. Eu estava louca de tesão perante a visão de ver o meu marido a dar o ânus ao seu amigo Carlos.
Vi com agrado que, o Carlos, usava preservativo e que se encontrava outro sobre a mesa de cabeceira. Pensei que era para ser utilizado em mim. Não era.

Seguidamente meu marido perante a minha vagina cheia de tesão enfia o seu mastro até ao fundo ao mesmo tempo que chupava no pau do Carlos. Uma delicia para o olhar. Uma tesão incontrolável se apoderou de nós os três. 

A dado momento, o meu marido levanta-se dando o lugar ao Carlos. Coloca o preservativo, usa um pouco de manteiga e, enraba carinhosamente o Carlos, o qual, feliz me beija os lábios, deixando-me quase sem ar, mormente quando sinto que ia chegar o maior Orgasmo que alguma vez, eu havia tido. 

Entretanto meu marido urrava de prazer, vindo-se de forma maravilhosa, jorrando o seu creme, dentro do ânus do Carlos, elixir seguro pelo preservativo por si usado . 

Acabámos todos abraçados, beijando-nos com carinho, sabendo que éramos os três “propriedade” sexual uns dos outros.

Querendo clique nas imagens a fim de as ampliar e ver melhor.

Qual a sua opinião sobre a estória que acabo de lhe contar?
Sozinho ou com a sua companheira, alinharia numa brincadeira sexual análoga?
.

23 comentários:

  1. Bom dia Lenita Sousa
    Como já conhecia a primeira estória, agradou-me bastante ler a segunda, ou seja, o seguimento. Tudo o que seja na companhia do marido, e que a mulher esteja de acordo, está tudo bem. E até digo, era assim que deveria ser. Para muitos(as) que tenham estes fetiches. Até entre o Raimundo e o Carlos a coisa aconteceu. Significa que, não existem tabus, e não é isso que os vai fazer menos Homens.

    Parabéns pelo seguimento do conto.Onde o diálogo impera...evitando assim, as traições. Gostei muito. Embora estes casos não sejam assim tão comuns, nas sociedades mais baixas. Mas que existem, existem!

    Nunca tive nada. Mas se o meu companheiro me desafiasse para tal, tinha que ser eu a escolher a outra pessoa. Tenho esse fetiche.

    Muito bom. Parabéns por mais uma "confissão"
    Bjos

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    1. Olá amiga Larissa

      Quando as coisas acontecem de acordo com a vontade de todas as partes, tudo pode surgir sem quaisquer problemas.
      Fugir à rotina pode ser um factor essencial para o bom prosseguir da relação
      .
      Deixo caricias

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    1. Eros Fantasias

      Grata pela visita e comentário. deixou-me feliz por ter gostado. Volte sempre e comente.
      .
      Abraço

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  3. Uma deliciosa e ousada história....
    É o caso... quando há gosto e consentimento, o prazer é redobrado... e todas se saciam sexualmente...
    Isso prova o nível de intimidade entre casais e amigos!!

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    1. Olá PEQUENOS DELITOS RENOVADOS

      São histórias que acontecem e não raras vezes. Numa conjuntura humana média/alta, casos do género, são muito comuns.
      .
      Abraço

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  4. Confesso que não alinhava numa cena assim, mas respeito quem por gosto e prazer o faça-
    Beijuu Lenita

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    1. Olá Kido Nuno

      Sei que não alinhavas. Conheço-te bem, ikikikik

      Beijinho

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  5. Uma estória muito interessante. Mas conforme o meu namorado diz que não me divide com ninguém, também não gostaria de o dividir com outros(as)... Não condenando quem o faz. Pois se o fazem é porque gostam.

    Aplaudo-vos pela coragem

    Bjus

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    1. Olá amiga Ana

      Existem momentos em que as relações esfriam e por isso um pouco de "sal" a nível sexual não faz mal nenhum. É preciso é existir confiança, amor, compreensão, entrega.

      Nunca se pode dizer NUNCA, não é verdade?

      Beijinhos

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  6. Amiga, passando só para dizer que não sumi. Estou apenas passando por um momento complicado mas esperando que, como tudo, ele passe.
    Vim deixar um beijo e dizer que estou com saudades e que espero voltar em breve. Não me esqueçam.

    Beijos

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    1. Olá amiga {Λїtą}_ŞT

      Neste blogue já se sentia saudades da presença e comentários da querida amiga.
      Não nos abandone. Precisamos de si e da sua simpatia

      Beijinhos

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  7. São momentos e cumplicidades que ficam para uma vida.
    Gostei de ler este belo documentário.

    Um Sussurro.

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    1. Olá amiga Carolina

      Deixaste.me feliz por teres gostado da história.

      Beijinhos

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  8. Boa tarde Lenita Sousa.

    Parabéns pelo texto. Verídico ou fictício, eis a questão. Mas que os há, há! Ficou bem explicito a química que rolou entre os três. E quando assim é, que estão todos dispostos às mesmas brincadeiras, tudo corre bem! Adorei

    Bjocas
    Fim de semana feliz

    Prazeres e Carinhos Sexuais

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    1. Olá amiga Filipa Silva

      Essa a interrogação: Verídico ou Fictício, eis a questão.

      Beijinhos doce.

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  9. É preciso ter uma mente bem aberta para se submeterem a um momento destes. Não condeno. Não sei se o fazia. Sou ciumento hehehe.

    Mas o conto está cheio de entusiasmo, obriga mesmo a leitura até ao final, para ver como termina. Excitante de ler.

    Abraço Lenita

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    1. Amigo Bernardo

      Uma mente aberta e não só... tem de haver outras coisas abertas.

      Beijo meu amigo.

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  10. Parabéns! O homem deste blog é haver posts para todos os gostos! Beijinhos

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  11. Desculpa, telemóvel com vida própria. O bom deste blog, é existirem posts para todos os gostos!

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  12. Como expressou o Nuno em seus comentários, não me alinho mas respeito.

    Confesso que não me sentiria bem e nem tenho atração por fazer algo íntimo com alguém do mesmo sexo que eu. Também não gostaria de compartilhar com ele os momentos de intimidade que tenho com minha esposa.

    Todavia, cada qual tem seus desejos e preferências. Logo, nada mais justo do que respeitar prestigiando a liberdade sexual das pessoas quando as coisas ocorrem entre quatro paredes havendo o consentimento.

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  13. Vim dizer que adorei o teu Blog e o conto que li exitante ,tenha uma linda noite, estou seguindo você no Google +, venha me visitar, beijos !!!

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