segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Sala de Cinema ... Carinhos Orais e Sensuais.

Havia acabado de sair do banho quando tocou o telefone. Era o dia dos meus tão desejados 18 anos.
Atendi. Era o meu amigo Francisco colega de faculdade 
- Olá Jessica
- Olá Francisco
- Ligo-te para te endereçar os parabéns e para te fazer um convite. Tenho dois bilhetes para aquele filme que me falaste. Não aceito a tua recusa.

Fiquei calada. Francisco tomou o meu silêncio como um sim. Passou para me levar eram 20H30. Fomos à sessão das 21H30. A sala estava praticamente vazia. Era quinta-feira. Ficámos na fila mais ao cimo. Totalmente sozinhos. Já uma vez nos havíamos beijado quando demos mútuos parabéns pelas notas altas que havíamos tido num exame de matemática.

O filme era de génese romântica. Os beijinhos na tela ecoavam pela sala. Comíamos pipocas quentinhas. Ambiente terno, calmo, relaxante.


A dada altura senti a mão do Francisco sobre a minha perna. Estava de saia-curta. Aquela média luz existente na sala era excitante.
- Estás feliz, perguntou.
- Sim, respondi
Senti como a sua mão me acariciava a perna mais acima do joelho aproximando-se do meu sexo que, reconheço, palpitava de tesão. Sentia-me húmida, excitada. O Francisco era um rapaz lindo

Lentamente a sua mão foi subindo. Olhei para os seus olhos. Ardiam de desejo.
- Desculpa, ouvi o seu engasgado sussurro
- Não faz mal. Estou a gostar. És muito meiguinho.
- Posso beijar-te?

Não respondi. Não tive tempo. Os seus lábios colaram-se aos meus. A sua língua entrelaçou-se na minha. Senti os seus dedos entrarem dentro da minha calcinha. Facilitei, abrindo um pouco as pernas.

- Estás tão molhadinha, ouvi-o dizer em tom suave, baixinho, lascivamente. 

Pegou na minha mão e colocou-a sobre a braguilha das suas calças. O seu membro pulsava. Francisco abriu o fecho e pegando na minha mão colocou-a sobre o seu sexo, que havia tirado para fora da cueca branca que trazia vestida. Estava duro como uma rocha, mas aveludado como uma pétala de rosa. O silêncio na sala era quase sufocante. Estava dois casais, cerca de 5 filas mais abaixo. Beijavam-se ardentemente.

Senti como a mão do Francisco se encostou à minha cabeça, junto à nuca. Uma ligeira pressão fazendo com que os meus lábios quase tocassem aquele membro maravilhoso que me encantava e fazia o desejo fervilhar em meu corpo. Os seus dedos continuavam a massajar o meu clitóris que quase me estavam levando ao orgasmo.

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Abri a boca. Toquei com a língua na glande que era enorme. Meti-o na boca. Primeiro lentamente, depois num impulso na totalidade fazendo a glande tocar-me na garganta. Senti como o Francisco se mexia na cadeira. Levantava o rabo não conseguindo ficar quieto. Para cima e para baixo, num vai e vem, bem ritmado. 

Quando tocava a sua púbis com o membro todo dentro da boca, o Francisco deixava sair um suspiro mais alto. Tapei-lhe a boca com a minha outra mão. Os nossos  orgasmos aproximavam-se. A sua mão colocou um lenço de papel junto à minha boca. Todo o meu corpo se começou a contorcer. Havia chegado o momento para ambos. O orgasmo. Ficando com a boca cheia do seu sémen, abri o lenço e cuspi. Limpei os lábios. Levantei-me sem saber se havia de beijar ou não o Francisco

- Gostaste, perguntou-me ele
- Sim muito…. Não consegui falar mais porque os seus lábios se colaram aos meus num suculento e saboroso beijo.

Limpei a vagina com um lenço de papel. Limpei também as pernas molhadas de tanta excitação sentida

O filme havia terminado. Acenderam-se as luzes da sala. Saímos de mãos dadas, sorridentes, felizes. Prometemos voltar aquela sala de cinema. Não mais aconteceu.

Ficou a bela recordação da comemoração dos meus 18 anos.

Já teve alguma "estória" assim que nos queira contar?
.

14 comentários:

  1. Pode ser um conto fictício mas também pode ser verdadeiro. O certo é que gostei muito de ler e das imagens

    Beijinho Lenita, Boa noite.

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  2. Também já fiz com a minha namorada e foi delicioso. A adrenalina de podermos ser vistos é maravilhosa
    Beijo Lenita

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  3. Bom dia
    Mas ele adormeceu? :)))! Belo texto. Quase já me aconteceu o mesmo. Não fosse as luzes acenderem e nós - eu e a Marcia - Disfarçarmos andando à procura de algo, nem sabemos o quê, :))) Mas é bom. Ao som do barulho das pipocas. :)))

    Beijinhos melados

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  4. Já fiz e quando cheguei cá fora e vendo duas raparigas a olharem para mim e a rir é que vi que tinha as calças pingadas e cheias de creme. Fiquei algo embaraçado, confesso, lool

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  5. Um risco cheio de adrenalina e orgasmos, Hehhehehhe

    Um sussurro...

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  6. Já sentia saudades vossas. Que momento de verdadeira adrenalina e tesão. Nunca o fiz, mas vontade não faltou. ;))

    Bjos Lenita.

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  7. O cinema, o escurinho do cinema, mãos perdidas que nos levam ao êxtase!
    Conto bastante excitante!

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  8. A situação o erotismo e o medo de se ser apanhado....orgasmo.
    Kique
    https://caminhos-percorridos2017.blogspot.pt

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  9. Muito excitante, deixa-nos molhadas de tesão e a adrenalina nem se fala!
    Abraços!

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  11. Adorei, histórias assim, num centro de saúde... Beijos

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  12. Confesso que nunca tivesse essa experiência que fosse além de beijos e carícias (de roupa) com uma mulher com quem já estivesse me relacionando. Nunca com uma desconhecida, exceto numa longa viagem ônibus há quase 21 anos quando retornei de umas férias em Porto Seguro, na Bahia. Porém os prazeres orais ficaram restritos aos beijos e tudo começou com um prolongado toque de mão cujo consentimento da moça indicou ser possível avançar nos carinhos até que na alta madrugada as mãos avançaram para alcançar outras partes mais escondidas.

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