terça-feira, 5 de junho de 2018

Prenda de aniversário - Dois Casais - Um vinho - e o sexo acontece.


Joana, morava em Coimbra. Estudante brilhante, licenciou-se em Medicina, na faculdade daquela cidade.

No último ano travou conhecimento com Pedro, estudante de engenharia. Desse encontro até começarem a namorar foi um pequeno estalar de dedos como se ousa dizer.
Foi um namoro lindo, apaixonado, onde o amor tomou conta dos seus corações. Com o final dos cursos, Joana veio para Lisboa e Pedro foi para a zona do Porto.

Foi um choque para Joana ter que se separar do seu mais que tudo. Falavam via Skype e encontravam-se ao fim de semana. Mas um dia tudo mudou. 
Pedro comunicou a Joana que ia trabalhar para Moçambique a convite de uma amiga. O chão pareceu fugir-lhe debaixo dos pés. Mais lhe disse Pedro que o seu namoro terminava ali visto que iam ficar longe e não dava mais para continuar. Joana percebeu de imediato que Pedro tinha encontrado um novo amor.

Passaram-se sete anos. Entretanto, Joana, conhecera Manuel, advogado de profissão, casaram. Tinham ambos, 36 anos de idade.

Certo dia, Manuel em conversa com Joana, perguntou-lhe se ela não queria ir ver uns apartamentos novos em Cascais. Eram apartamentos de luxo, condomínio fechado.
Joana acedeu. Chegados ao local, surgiu-lhes um homem de cerca de 50 anos, que se apresentou como sendo o José, vendedor dos imóveis.

A dada altura, o José chamou alguém, dizendo para Joana e Pedro: - Vou-vos apresentar o Sr engenheiro que é o r4esponsável por esta urbanização. Chegado esse, Joana estremeceu. Todo o seu corpo tremia, a sua voz ficou rouca e embargada, sem conseguir dizer palavra. Era o Pedro, o amor da sua vida. Os olhares trocaram-se, as suas pernas tremiam, o seu coração quase lhe saltava de dentro do peito.

Gostando do apartamento, ficou o dito apalavrado. Manuel apercebeu-se logo que Joana e Pedro se conheciam. No caminho de regresso, depois de várias insistências por parte do Manuel, Joana confessou-lhe que Pedro, havia sido seu namorado de faculdade que o havia amado de loucura.

Em ar brincalhão, Manuel perguntou-lhe: - Não te lembras de como faziam amor? Não tens saudades desses momentos?
Joana sentiu como as suas faces a estavam a trair pois ficaram ruborizadas. Sim, recordo-me. Desculpa querido, mas é a verdade.

E se o convidássemos para almoçar ou jantar connosco? Vi como ele te olhava e como os seus olhos chispavam de desejo como os teus que também vi.  Depois de um breve silêncio:
- Manuel, estás a brincar? Nem pensar. Não quero que isso aconteça.

Dia 25 de Janeiro, Joana fazia 37 anos de idade. Fazia frio. Pelas 20H00,  recebeu uma chamada do marido a dizer que ia levar jantar e que acendesse a lareira e colocasse a casa a média-luz. Era costume comemorarem os aniversários daquela forma.

Mais lhe disse que ia levar um casal amigo, que havia convidado, para jantar com eles e passarem um serão mais agradável. Chegaram. Manuel, Pedro e sua mulher Luísa. Joana sentiu-se estremecer. As recordações eram mais que muitas. 

Joana gostou muito de Luísa. Essa, vestia uma saia curta, perna bem torneada, blusa com decote a mostrar os seus atributos físicos. Uma conversadora bem dispoa e muito atrevida.

Com a lareira acesa o ambiente tornou-se muito aprazível. Um copo de vinho e as conversas começaram a versar sobre sexo. Quais os gostos de cada um, se seriam capazes de gozar o sexo na sua plenitude, com outros parceiros. Surgiram os risos, as gargalhadas de boa disposição. O ambiente aqueceu. Sentados no sofá as mãos de Luísa tocaram as pernas de Manuel. Enquanto isso as mãos de Pedro tocaram as pernas de Joana. Sala à média-luz. 

Manuel e Joana olharam-se. O vinho, o ambiente, o desejo sexual, a novidade, fez-se música, fazendo com que, todos “dançassem” ao mesmo tom. As roupas voaram, os lábios se tocaram, os corpos se envolveram, numa orgia total. 

Os gemidos entoaram pela sala. Luísa, a dado momento abriu as pernas de Joana, fazendo-lhe o mais saboroso oral que alguma vez lhe haviam feito. 

Pedro e Manuel, faziam sexo oral um ao outro, numa perfeita cumplicidade sexual que levou ao delírio Joana e Luísa. Trocaram de parceiro e parceira, fizeram o sexo mais gostoso que se pode imaginar. 

Todos deliraram quando Luís abriu a malinha de mão e tirou um creme que passou no ânus de Joana e desafiou Manuel a penetrá-la, facto que nunca havia acontecido entre eles. 
Luísa e  Pedro, deram o mote, ficando ela de quatro sendo assim penetrada ao nível do sexo anal.

Cerca das 04H00, Pedro e Luísa saíram. 

Exaustos, Joana e Manuel, olharam-se, beijaram-se e, já deitados, Manuel perguntou: - Gostaste da surpresa do teu aniversário?

ADOREI meu amor. Adormeceram felizes.

Você, sendo mulher ou homem aceitava, ou oferecia à sua esposa, uma prenda de aniversário assim?

8 comentários:

  1. Ola Silvia que belo aniversario esse. Nunca tive nem nunca o terei mas adorava uma surpresa assim. Bjs

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  2. Que bonita historia de amor libidinoso entre 2 casais

    Bjs

    Hoje em Caminhos Percorridos - Viagem por Moimenta da Beira

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  3. é por essa e por outras que eu faço vinho

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    Respostas
    1. Faz vinho? Bem me pareceu! Muita parra, pouca uva!!!, kkkkkkk :)))

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  4. Uau Silvia!
    Mas que narrativa tão envolvente. Que festança, cheia de cumplicidade e tesão. Em tempos, entes de namorar sério com a Marcia, eu mais umas amigas passávamos bons momentos. Quando é de acordo mutuo corre tudo na perfeição. Muito bem. Gostei de mais da tua (estória). Grata. :)))

    Beijinhos molhados :)))

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  5. Sim, adorova um presente desses.Eum dos mejm desejos mas a minha companheira não aceita. Tenho de respeitar..
    Obrigado pela partilha desta história

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